sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Em paz, entre as plantas

Em paz, entre as plantas

Aproveitando as primeiras horas da manhã, quando o sol ainda não está forte, fui trabalhar no Jardim.
Como se eliminasse negatividades, limpei os canteiros.
Coloquei sementes de feijão miudo com auxilio da ponta do facão.
Cortei as radiches para estimular uma nova brotação, um recomeço. E elas crescem muito rápido.
Joguei sementes de feijão azuki sobre a palha seca que cobre o solo, se chover vai germinar. Mesmo sem enterrar. Pensei que na natureza as sementes não são enterradas, repousam sobre o solo.
Colhi os capítulos maduros do girassol mexicano. Suas bracteas espetam em meus dedos. Suas flores laranja são um convite para as borboletas.
Alguns girassóis que plantei estão mais altos que eu, erguem sua coroa majestosa amarela num fundo de céu claro, profundo e azul.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

diga algo, escreva algo mas fique quieto.

Lá fora o sol passa entre as folhas do plátano.
Cigarras cantam sobre sua vida passageira.
Há um brilho no céu e nuvens que se vão.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Surpresa no Canteiro

Há um tempo atrás fiz um plantio de radiche e nasceu uma plantinha diferente no meio delas. Era acinzentada e com folhinhas recortadas. Resolvi não retirá-la do canteiro e comecei a acompanhar seu crescimento. Ontem, ela me deu uma surpresa...




quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Trabalhos do dia (de ontem)

Ontem coloquei sementes no chão:
Girassol para trazer beleza e gordas sementes cheias de óleo;
Milho vermelho (sementes que peguei de uma exposição da EMBRAPA);
Abobora de Tronco Redonda, moças comportadas que não se esparramam pelos canteiros;
Feijão de Vagem, amigos que crescem rápido e logo mostram seus frutos dependurados ente as folhas.

Também aproveitei e comecei a transplantar os tomates, só 4 mudas num cantinho vago.
Hoje tentei preparar mais um canteiro mas o sol forte me fez desistir. Sem amor eu não planto.

Flor da Serralha com simpático insetinho polinizador.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Papoulas

Parecem de papel, as flores vermelhas da papoula...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Um ser humano deve ser terno como uma flor, porque somos flores no jardim do universo. Basta que olhemos para as belas crianças a fim de perceber isto. Os dois olhos redondos são flores. A face transparente e a carinha meiga são flores. As mãos são flores. É porque nos preocupamos demais e porque passamos muitas noites em claro que se formam nossas olheiras. Inspirando, revivemos nossa natureza de flor. A inspiração faz reviver nossa flor. O expirar nos ajuda a ter consciência de que podemos ser tão ternos, de que somos tão ternos como uma flor. É uma meditação de gentileza amorosa para conosco.

Thich Nhat Hanh em A energia da Oração